Páginas

3 de janeiro de 2013

São Paulo luta contra as enchentes



O prefeito recém empossado de São Paulo recebe a cidade na época mais crítica do ano, marcada historicamente por enchentes, o que infelizmente ocorre mais pela ação do próprio homem do que por causas naturais.

Ontem Fernando Haddad convocou sua equipe para discutir medidas emergenciais que minimizem as cheias que fatalmente ocorrerão no período de verão, afinal a cidade foi construída sobre uma vasta planície alagadiça, invadindo a zona de transbordamento de vários rios e sempre haverá o risco de inundações. 


Ficou decidido na reunião que a limpeza de bueiros e tubulação de escoamento de águas das chuvas nos 132 pontos críticos da cidade onde os alagamentos são recorrentes deverá ser feita a cada duas semanas. 

Até o ano passado, além do intervalo entre as datas de limpeza ser de dois longos meses, não havia coordenação entre as empresas que fazem limpeza de bueiros e as subprefeituras, responsáveis pela manutenção das galerias, o que prejudicava ainda mais a sua manutenção - a partir de agora a limpeza de bueiros e galerias deverá ser simultânea, favorecendo o escoamento da água. 


MENOS LIXO NAS RUAS E TERRENOS 

Em locais com intensa circulação de pessoas como as ruas 25 de Março e Santa Ifigênia e os bairros Brás e Bom Retiro, deverão ser disponibilizados contêineres para que as empresas ali estabelecidas depositem seu lixo, evitando o acúmulo de sacos nas calçadas, que via de regra acabam sendo arrastados pela enxurrada e entupindo as bocas de lobo. 
"O lixo é muitas vezes depositado nas calçadas e nas ruas, à espera dos catadores. Muitas vezes, com as chuvas, não há tempo suficiente para as empresas coletarem esse lixo ou os catadores recolherem para reciclagem". (Fernando Haddad) 
A fiscalização será intensificada a fim de coibir abusos nessas áreas de comércio popular e em locais de deposição irregular de lixo e entulho conhecidos como pontos viciados. Os ecopontos, locais adequados para as pessoas colocarem lixo reciclável, deverão ter sua capacidade ampliada. 

A parte mais difícil é conscientizar uma minoria de pessoas mal educadas, sem o mínimo de consciência e senso de responsabilidade, que muitas vezes acaba provocando enchentes nas próprias casas e locais de trabalho por jogar lixo em locais inadequados ou mesmo por deixar os sacos na calçada fora dos dias e horários de coleta. 

DEFESA CIVIL E PARCERIA COM O IPT 

A Defesa Civil deverá ser reorganizada em cada uma das 31 subprefeituras e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas deverá firmar um contrato com a prefeitura para o monitoramento diário de 93 áreas de alto risco durante o período de chuvas intensas. O IPT já forneceu o mapeamento detalhado dessas áreas à prefeitura há um ano e meio.

Não é de hoje que São Paulo sofre com as cheias de verão, fato que pode ser comprovado através das fotografias antigas, ainda em preto e branco, que  encontramos no diretório de imagens do Google e publicamos com muita nostalgia e cujos locais fotografados muitos leitores reconhecerão.


Infelizmente não obtivemos a identificação de datas e nem dos autores das imagens. Caso você possua tais informações, queira por gentileza deixar um comentário nesta postagem.

AS MEDIDAS DE PREVENÇÃO DE ENCHENTES
1. Coordenar ações de limpeza de ramais, galerias e bocas de lobo. Diminuir a periodicidade das limpezas de bimestral para quinzenal nos 132 pontos de reincidência de alagamento e nas “sub-bacias” de maior risco.
2. Estabelecer convênio entre a Prefeitura e a Sabesp para o uso de caminhões de “hidrojatos” no período de chuvas para reforçar a estrutura existente nas Subprefeituras.
3. Solicitar às concessionárias a instalação de contêineres em pontos estratégicos nas regiões do Brás, Bom Retiro, Santa Efigênia, 25 de Março e Pari para o despejo de lixo comercial em larga escala.
4. Dotar as Subprefeituras com estrutura de cavaletes, cones e faixas de sinalização, bem como planos de desvio de rota para atuarem emergencialmente em situações de alagamento até a efetiva operação da CET.
5. As concessionárias deverão providenciar caçambas de até 26 metros cúbicos, em número suficiente, nos Ecopontos, para evitar o depósito de resíduos em locais onde há risco dos detritos escorregarem para a via pública ou encostas de córregos.
6. Intensificar o monitoramento dos pontos de descarte de entulho irregular (pontos viciados). Promover, quando necessário, o recolhimento de entulho.
7. Por decreto, atribuir aos agrônomos das Subprefeituras o poder de emitir o laudo de autorização de poda de árvore.
8. Permitir, no período de enchentes, o deslocamento das equipes entre as regiões das subprefeituras para atender situações de emergência e/ou demanda acumulada.
9. Redimensionar e equilibrar a estrutura disponível para a Defesa Civil nas Subprefeituras e criar um corpo permanente de atendimento às emergências.
10. Reunir prontamente os subprefeitos e secretários envolvidos para repasse das novas orientações sobre a Defesa Civil.
11. Fazer o monitoramento e a limpeza manual e/ou mecânica dos córregos de maior incidência de chuva, evitando os pontos de estrangulamento.
12. Estudar a possibilidade de contratar imediatamente o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), por 120 dias, para que geólogos realizem o monitoramento dos locais mais críticos dentro dos setores avaliados como Risco Muito Alto (R4) das 407 áreas de risco mapeadas, reforçando as equipes da Defesa Civil.
13. O Centro de Gerenciamento de Emergências sairá da Secretaria de Infraestrutura Urbana e será subordinada à Defesa Civil, Secretaria de Segurança Urbana.
14. Ampliar o número de núcleos de Defesa Civil (líderes comunitários treinados para o mapeamento e alertas de área de risco).
15. Atualizar decreto que cria o Programa de Defesa Civil e a portaria que regulamenta o referido decreto. Ações preventivas serão institucionalizadas por decreto.
16. Acionar a cláusula contratual das concessionárias do lixo para a elaboração e execução de plano de comunicação para prevenção de enchentes.

2 de janeiro de 2013

Transformando gordurinha em eletricidade



Em tempos de lipoaspiração, drenagem linfática, uso de cremes milagrosos que se propõem a queimar as gordurinhas localizadas, ingestão de cápsulas que teoricamente absorvem a gordura dos alimentos, comidinhas diet, dietas mirabolantes disso ou daquilo e até simpatias que as pessoas fazem para emagrecer...

Surge alguém dizendo para você que o simples uso de um cinto pode te ajudar a perder aquela barriguinha indesejada e ainda carregar o seu celular com energia gerada pela queima das calorias. Haja preguiça de malhar!

O SONHO DE TODO PREGUIÇOSO

Eu proporia que você deixasse de lado o sedentarismo e pedalasse uma dessas bicicletas com gerador de energia acoplado (imagem abaixo) ou corresse em uma esteira do mesmo tipo para recarregar a bateria do seu telefone, uma opção muito saudável e com resultado comprovado para afinar a cintura, mas, a título de curiosidade, vamos ao invento “milagroso”. 

Saiu no site da Exame que durante a Semana de Design Holandesa foi apresentado o brinquedinho aí da foto, um tal “Energy Belt”, criado pela designer Emmy van Roosmalen e que segundo os expositores do “Nano Supermarket” é capaz de converter em eletricidade as gorduras ruins do corpo de quem usa o aparelho.

Eu sou conservador e jamais usaria e nem recomendaria um artefato desses, mas se você é daquelas pessoas preguiçosas que ficam o dia todo no sofá e depois querem emagrecer sem esforço, tá aí uma coisa pra você pesquisar melhor. Pode ser até maluquice, mas vai que dá certo, não é mesmo?


Você fode gerar energia se exercitando (Foto: site Alibaba)

Bicicleta de papelão a 10 dólares

Se bicicleta já é um meio de transporte barato, prático e ecologicamente correto, imagine então se ela pudesse ser feita de materiais reciclados. Sim, isso já é possível, graças à grande sacada do designer israelense Izhar Gafni, que inventou uma bike de papelão capaz de suportar o peso de uma pessoa de até 130 Kg ao custo de apenas US$ 10.

Izhar Gafni e sua bike de papelão (Foto: Baz Ratner - Reuters)

Para construir a bicicleta que entra no mercado neste ano através da I. G. Cardboards Technologie, seu inventor dobrou papelão, colou em camadas sob forte compressão e revestiu com uma resina que o protege da umidade.

A transmissão (corrente, catraca, coroa, pé de vela e pedais) recebe outros materiais reciclados, garantindo resistência e confiabilidade ao veículo. 

Izhar Gafni pedalando pela cidade (Foto: divulgação)

Se você achou fantástica a idéia do israelense, espere para ver o que ainda virá por aí. A maleabilidade e a leveza do material tornam infinitas as possibilidades de aplicação. Ele já criou até barco. 

CADEIRA DE RODAS DE PAPELÃO

Uma organização que presta assistência a pessoas com deficiência e a vítimas de mutilações provocadas pela explosão de minas terrestres “esquecidas” após guerras no continente africano encomendou e o designer fez uma cadeira de rodas leve e prática que também pode ter um custo de produção de apenas 10 dólares.

O valor é um quinto do que a ONG paga atualmente por cada uma das 120.000 cadeiras metálicas que compra da China por ano, gastando nada menos que 6 milhões. 

Pesando menos de 10 Kg, a cadeira de rodas de papelão suporta cerca de 180 Kg e poderá ser produzida em oficinas de reciclagem, empregando mão de obra local.

Imagem do site Israel21c

Curta a nossa página no Facebook.

1 de janeiro de 2013

A Hipótese ou Teoria de Gaia

A controversa Teoria de Gaia ou Hipótese de Gaia é uma tese elaborada em 1969 pelo cientista e ambientalista inglês James Ephraim Lovelock, apoiada por estudos da bióloga norte-americana Lynn Margulis. Gaia também é chamada de Hipótese Biogeoquímica.

Lovelock propôs que o planeta Terra é um imenso organismo vivo capaz de gerar, manter e alterar suas condições ambientais, reagindo organicamente a tudo o que nele ocorre. Vivo não no sentido biológico, mas no aspecto da interatividade de tudo o que aqui existe.
“...Chamo Gaia um sistema fisiológico porque parece dotada do objetivo inconsciente de regular o clima e a química em um estado confortável para a vida. Seus objetivos não são pontos fixos, mas ajustáveis a qualquer meio ambiente atual e adaptáveis às formas de vida que mantenha..."
"Temos que pensar em Gaia como o sistema completo de partes animadas e inanimadas... O crescimento vertiginoso dos seres vivos possibilitado pela luz solar fortalece Gaia, mas essa força caótica e selvagem é contida por limitações que moldam a entidade propositada que se auto-regula a favor da vida."
Para os que aceitam essa teoria, a humanidade em suas ações destrutivas pode ser vista como uma enfermidade, uma ferida ou tumor que causa danos à saúde do planeta Terra. 

Gaia (ou Gea, ou Géia, ou Gê), a homenageada pelo autor da teoria, era a deusa que representava a Terra na mitologia grega, a grande Mãe Terra, retratada na pintura de Anselm Feuerbach.

Antes de Lovelock, outros estudiosos apontavam na mesma direção, como o geólogo James Hutton, que no século XVIII opinou que a Terra era sistema auto regulador, o geólogo Thomas Henry Huxley, que apresentou a mesma concepção ainda no século XIX e Vladimir Ivanovitch Vernadsky, com sua teoria de noosfera, ou esfera do pensamento humano.

Existe muita discussão em torno da teoria criada pelo ambientalista Lovelock e mesmo nos dias de hoje, com os avanços da tecnologia e dos conhecimentos, suas idéias são aceitas por inúmeros ambientalistas e defensores da ecologia.

Feliz ano novo para você

O Instituto Arabá deseja que você comemore não só hoje, mas em todos os dias de 2013 e tenha um ano pleno de coragem e muito vigor para enfrentar os seus desafios e conquistar muitas vitórias, para que quando ele chegar ao fim você se sinta realizado e com aquela sensação gostosa do dever cumprido.
imagem de ultradownloads

31 de dezembro de 2012

Spark EV é pura energia verde

A um preço inferior a US$ 25 mil, o modelo Spark EV da Chevrolet veio para revolucionar o conceito de carros 100% elétricos, aliando economia, segurança com 10 airbags e alto desempenho, sem abrir mão de um design bonito, com muito espaço e conforto. E o mais importante: não emite gases poluentes.

Novo Chevrolet Spark EV totalmente elétrico (divulgação)

RECARGA RÁPIDA E AUTONOMIA

Diferente de outros veículos existentes no mercado, cujas baterias necessitam de um tempo aproximado de sete horas para recarregar, o Spark (Centelha ou Faísca) EV pode ter de volta até 80% da carga de sua bateria em aproximadamente 20 minutos, o tempo de você parar para um lanchinho e esticar as pernas durante a sua viagem. 

O segredo por trás dessa eficiência é uma combinação entre um carregador rápido que trabalha a uma tensão de 500 Volts DC com uma bateria de íon de lítio de 20 KW/h composta por 336 células prismáticas, com durabilidade garantida de oito anos ou 100 mil quilômetros, capaz de proporcionar energia para o motor fornecer 130 CV ou 450 Kgf de torque instantâneo, o que faz com que o veículo vá de zero a 100 Km/h em menos de oito segundos.

Diagrama de montagem do Spark EV (divulgação)

CHEGA DE DESCULPAS

Quem você ainda não optou por um carro elétrico com a desculpa que os veículos tradicionais são mais elegantes e confortáveis e que as baterias dos elétricos demoravam a carregar, pode agora rever seus conceitos e aderir à tendência do futuro, sendo um dos primeiros e possuir um automóvel com "tecnologia verde".

Interior do Spark EV combina tecnologia e beleza (divulgação)

As belezas da Serra do Japi

O texto abaixo foi extraído do site oficial da prefeitura de Jundiaí, município que tem como símbolo a exuberância da Serra do Japi.

Sua floresta esconde belíssimas cachoeiras como a da fotografia, sendo que apenas duas ou três que estão situadas às margens de estradas podem ser encontradas facilmente. As mais belas estão em locais de difícil acesso e sua visitação está temporariamente suspensa, para assegurar a preservação desse santuário ecológico.

 Cachoeira na Serra do Japi (Foto: espacoturismo.com)
"A Serra do Japi [que abrange os municípios de Jundiaí, Cabreúva, Bom Jesus de Pirapora e Cajamar] é um raro remanescente de Mata Atlântica no Interior do Estado de São Paulo.
A riqueza de sua biodiversidade está diretamente relacionada ao fato de que a Serra do Japi se localiza em uma região ecotonal, ou seja, uma região de encontro de dois tipos de florestas: a Mata Atlântica característica da Serra do Mar e a Mata Atlântica do interior paulista.
Seu nome tem várias justificativas, como a semelhança com o canto de um pássaro (iapi, iapi), e o significado da palavra tupi-guarani iapy (nascente de rios).
A riqueza hídrica da Serra, mereceu a denominação de 'castelo de águas' por parte de naturalistas europeus, segundo o Professor Aziz Nacib Ab’Saber.
 Tiê-preto fotografado por Antonio Silveira na Serra do Japi
Este foi um dos aspectos considerados no processo de tombamento da Serra do Japi pelo CONDEPHAAT, além da existência de um mosaico de ecossistemas representativos em termos de flora e fauna, capaz de funcionar como espaço serrano regulador para a manutenção da qualidade de vida.
Sua área constitui-se de um conjunto de importantes acidentes topográficos e geológicos das Serras do Japi, Guaxinduva e Jaguacoara, compostos de diferentes rochas: quartzitos, granitos e gnaisses.
 Felinos na Serra do Japi (Foto Tiago Queiroz / AE)
A Serra do Japi também representa uma das últimas grandes áreas de floresta contínua do Estado de São Paulo e é o testemunho de uma flora e fauna exuberante que existiam em grande parte na região sudeste do Brasil.
As diferenças de altitude, temperatura, umidade e solo encontrado na Serra do Japi contribuíram para a formação dos diferentes tipos de vegetação arbórea.

 Veado-mateiro com filhote na Serra do Japi (Foto: Roberto Gallaci)
As encostas e topos de morros fragilmente implantados funcionam como banco genético de vegetação tropical adaptada às áreas de solos ácidos e de baixa fertilidade natural, constituindo-se num importante refúgio para a fauna remanescente dos planaltos cristalinos interiores do Estado de São Paulo.
Vários são os motivos para preservá-la: proteger sua rica e pouca conhecida biodiversidade, resguardar seus cursos d´água cristalinos – que poderão ser de grande valia para as gerações futuras - por tornar nossa paisagem mais harmônica e bela, por ser uma das raras florestas do mundo sobre solo quartzítico.
E principalmente, porque a nossa identidade está a ela associada. Não foi por acaso que a Serra do Japi foi escolhida pela comunidade jundiaiense como símbolo da cidade."

30 de dezembro de 2012

Cachorro é pra gente responsável

Quando você escolhe ter um cachorro em sua casa, chácara, sítio ou apartamento, você assume uma responsabilidade imensa, porque o cachorro irá depender exclusivamente de você pela vida inteira.

E como foi você quem escolheu ter um bicho sob a sua responsabilidade, é sua obrigação dar a ele tudo o que ele precisar para ter qualidade de vida e ser feliz, até os últimos dias da vida dele.

Filhote de cachorro (Images.Google.com)

Pense bastante antes de comprar ou adotar um bicho de estimação e só o faça se você for capaz de assumir essa responsabilidade tão importante. Leia abaixo os 10 mandamentos da posse responsável*.


DEZ MANDAMENTOS DA POSSE RESPONSÁVEL

PRIMEIRO MANDAMENTO

Antes de ter um cachorro, saiba que ele irá viver pelo menos uns doze anos. Pergunte para a sua família se todo mundo está de acordo, se há recursos necessários para sustentar o animal e combinem quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados.


SEGUNDO MANDAMENTO

Não compre. Em vez de comprar um filhote, adote um cachorro vacinado e castrado, de abrigo público, de ONG ou de particular.

TERCEIRO MANDAMENTO

Antes de levar o bicho para casa, se informe sobre as características e necessidades da raça escolhida, seu tamanho, peculiaridades, espaço físico para ele morar e para se exercitar, gastos com alimentação e outros cuidados.

QUARTO MANDAMENTO

Mantenha o seu animal sempre dentro de casa ou quintal, jamais solto na rua. A segurança do seu cachorro é sua responsabilidade.

Os cães precisam passear, mas sempre com coleira ou guia e conduzido por quem consiga dar conta de contê-lo. Nunca entregue a guia para alguém que não consiga segurar o animal e nunca solte ele na rua.

QUINTO MANDAMENTO

Cuide muito bem da saúde física do cachorro. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente.

SEXTO MANDAMENTO

Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele. Um animal que recebe amor e carinho, retribui em dobro.

SÉTIMO MANDAMENTO

Se precisar, eduque o animal por meio de adestramento, mas respeite suas características. Algumas raças são mais ágeis, outras mais fortes, outras mais inteligentes, mas cada uma tem seu jeito de ser, não force seu animal.

OITAVO MANDAMENTO

Cate e jogue na vaso sanitário todo o cocô do seu cachorro. É fundamental que ele viva em um ambiente limpo e saudável, não deixe as fezes acumularem. 

Quando sair para passear, leve uma pazinha, um saquinho, um jornal ou alguma outra coisa para recolher a caca que ele fizer e jogar no vaso sanitário da sua casa.

NONO MANDAMENTO

Identifique o animal com plaqueta (pendurada na coleira usada para os passeios) e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).

DÉCIMO MANDAMENTO

Evite as crias indesejadas. Castre os machos e fêmeas. a castração é a única medida definitiva e segura no controle da procriação, não tem contra-indicações e evita doenças como câncer de mama e de útero e reduz o stress.



* Baseado nos "10 Mandamentos da Posse Responsável" da ONG Arca Brasil

29 de dezembro de 2012

Iemanjá gosta de praia limpa

A grande festa de ano novo se aproxima e com ela a sujeira deixada na praia por pessoas que desrespeitam profundamente os seus semelhantes, o mar e toda a natureza. E também desrespeitam Iemanjá profundamente.

Rosa branca (Foto: site Culturamix)


São copos, garrafas, restos de alimentos e embalagens e uma infinidade de outras porcarias e até mesmo alguns itens que expressam de um jeito errado a fé de pessoas com boas intenções, mas ecologicamente e religiosamente mal orientadas.

Barquinhos e flores e até bebidas e frascos de perfume são lançados ao mar como gesto inocente de fé por essas pessoas, mas será mesmo que Iemanjá, a rainha de todas as águas, quer que você emporcalhe a praia e o oceano dela? 

Você já voltou à praia na manhã seguinte e viu que todas essas coisas são rejeitadas e devolvidas pelo mar? Se você fosse Iemanjá, a mãe de todos os Orixás, gostaria de ter sua casa entulhada de sujeira?

COMO FAZER CORRETAMENTE SUA OFERENDA

Sobre isso, encontrei em um site especializado a expressão da opinião do Esotérico e Babalorixá Daniel Atalla, que reproduzo logo abaixo, mostrando como você pode mostrar seu amor e sua devoção a qualquer Orixá sem agredir o meio ambiente. Veja o que ele diz:
Durante as comemorações e homenagens a Iemanjá, os rituais são muito bonitos. Porém, nos dias consecutivos, a sujeira que toma conta das praias é, no mínimo, preocupante.
Vivemos uma realidade na qual a natureza vem nos mostrando as consequências catastróficas da falta de zelo pelo nosso planeta.
Quando vejo a praia cheia de ‘sobras’, penso no que Iemanjá deve achar disso. Ninguém gosta de ver a própria casa bagunçada, suja, e mesmo que com a melhor das intenções, é isso que fazemos com o reino dela.
Existem inúmeras formas de rituais tão poderosos quanto os tradicionais, realizados sem agredir a natureza. Afinal de contas, a fé também pode - e deve - levar em conta a responsabilidade ambiental.
Jogar ao mar apenas as pétalas de sete rosas brancas, borrifadas com essência de alfazema, é uma alternativa.
Nada de vidro cheio do perfume e cabos com espinhos: certamente, Iemanjá será grata pela sua oferenda e, tanto a natureza quanto os próprios banhistas também.

Sujeira na praia: jeito errado de fazer sua oferenda a Iemanjá

Assim como Daniel Atalla, outros reconhecidos Babalorixás recomendam que você ofereça apenas as pétalas de sete rosas de cor branca, que podem ser borrifadas com perfume de alfazema, mas garantem que existem outras formas de homenagear a rainha. Vale lembrar que Iemanjá não gosta de bebidas.


Então está combinado: Não deixe os talos das rosa, o frasco de perfume, restos de velas ou qualquer outro objeto na praia. Velas só devem ser acesas em locais apropriados, junto aos pés da rainha e quanto às outras sobras, jogue tudo no cesto lixo.

E não esqueça de prestar suas homenagens à rainha das águas também no dia 2 de fevereiro (dia de Nossa Senhora da Conceição).

Iemanjá, Janaína ou Dandalunda, a rainha das águas

28 de dezembro de 2012

O meu blog é neutro em CO2

ecologicamente corretoToda atividade humana interfere em maior ou menor intensidade no frágil equilíbrio ambiental. e por menor que possa parecer a influência de um blog como este que você está lendo, ele provoca indiretamente a emissão de dióxido de carbono, contribuindo, mesmo que infimamente, com o efeito estufa.

Você pode nem se dar conta, mas ao navegar por este site você não apenas consome eletricidade, como faz uso de equipamento cuja matéria prima foi extraída da natureza, depois foi transportado até você usando combustível fóssil, etc.

Apesar disso, a internet ainda é um dos meios mais eficientes e eficazes de acesso à informação quando o assunto é economizar recursos naturais, evitando o uso de papéis, tintas e outros insumos da indústria gráfica.

ESTE BLOG NEUTRALIZA SUA EMISSÃO DE CO2

Consciente da sua responsabilidade ambiental, o nosso blog participa do movimento "Gesto Verde", que garante o plantio de uma árvore nativa na região de Apucarana (Paraná) em troca de nossa contribuição para divulgar o projeto.


DICAS 'GESTO VERDE' PARA ECONOMIZAR PAPEL
  • Leia os jornais online
  • Evite imprimir materiais
  • Use papel reciclado
  • Imprima em ambos os lados
  • Reutilize papéis de presente
  • Use a frente e o verso da folha de papel
  • Compartilhe revistas com os amigos
  • Visite a biblioteca para encontrar as suas leituras favoritas
  • Compre papel higiênico reciclado
  • Coloque bebidas em garrafas térmicas ou reutilizáveis, ​em vez de consumir bebidas em embalagens longa vida